Foi no impacto com o mar (a velocidade não determinada) e não no ar que o Airbus da Air France (voo AF 447) se partiu no acidente que vitimou 228 pessoas há um mês, no trajeto entre o Brasil e a França, sobre o Oceano Atlântico. A conclusão é do primeiro relatório do BEA (Escritório de Investigação e Análise). "O avião parece ter impactado a superfície da água em linha de voo, com forte aceleração vertical", afirmou Alain Bouillard, chefe da BEA. Segundo ele, o Airbus atingiu a água com a parte inferior da fuselagem. O leme da aeronave ainda estava fixado na sua estrutura. As causas do acidente ainda não foram identificadas, mas os sensores de velocidade (pitot) foram um dos fatores, concluiu a primeira investigação.Os pilotos do voo AF 447 tentaram contato com Dakar, capital do Senegal, por três vezes, todas sem sucesso. A falha pode ter ocorrido porque Dakar não recebeu o plano de voo. "Isto não é normal", afirmou Bouillard, dizendo ainda que o controle do voo deveria ser passado dos controladores brasileiros para os do Senegal.quinta-feira, 2 de julho de 2009
Airbus da Air France não se partiu no ar
Foi no impacto com o mar (a velocidade não determinada) e não no ar que o Airbus da Air France (voo AF 447) se partiu no acidente que vitimou 228 pessoas há um mês, no trajeto entre o Brasil e a França, sobre o Oceano Atlântico. A conclusão é do primeiro relatório do BEA (Escritório de Investigação e Análise). "O avião parece ter impactado a superfície da água em linha de voo, com forte aceleração vertical", afirmou Alain Bouillard, chefe da BEA. Segundo ele, o Airbus atingiu a água com a parte inferior da fuselagem. O leme da aeronave ainda estava fixado na sua estrutura. As causas do acidente ainda não foram identificadas, mas os sensores de velocidade (pitot) foram um dos fatores, concluiu a primeira investigação.Os pilotos do voo AF 447 tentaram contato com Dakar, capital do Senegal, por três vezes, todas sem sucesso. A falha pode ter ocorrido porque Dakar não recebeu o plano de voo. "Isto não é normal", afirmou Bouillard, dizendo ainda que o controle do voo deveria ser passado dos controladores brasileiros para os do Senegal.
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