terça-feira, 30 de junho de 2009

Carta ao aviador

Realmente seguro?
Por Felipe Gonçalves
O Airbus A 330-300 foi desenvolvido em 1987 e o 200 em 1995, ambas aeronaves com um histórico de satisfação bem elevada, não sendo por acaso que ao fim de janeiro de 2009 590 A330 já foram entregues e mais de 1000 encomendadas. Essa é a dimensão do succeso de uma aeronave carregada de tecnologia como a fly by wire.

Então a Airbus fez surgir o fantástico A330-200. Seu desenvolvimento foi feito pela união da fusilagem do A340-200, aeronave com baixo indice de vendas – apenas 28 construidos – e a as asas e motores do A330-300. Em fevereiro de 1996 viria a primeira encomenda, de 13 unidades, feita pela empresa de leasing ILFC.

O maior alcance fez da versão -200 um best seller, ultrapassando com folga o número de encomendas do seu irmão maior A330-300, e competindo diretamente com Boeing 767-300ER na categoria de bimotores de longo alcance. Rapidamente o modelo tornou-se o "avião do momento" entre vários operadores, tanto empresas regulares como charters.
Com o A330-200 a Airbus quebrou o monopólio da Boeing no segmento de longo alcance no mercado brasileiro: no final da década de 90, a TAM anunciou a compra do A330-200 em favor do Boeing 767-300ER, abrindo caminho para a reentrada da Airbus nos céus brasileiros. O A330-200 serve, desde 2006, a TAP Porutgal, sendo que hoje a empresa dispõe de 12 aviões deste modelo.
Entretanto, com a fusão de tanta tecnologia e estudos para realizar uma aeronave tão excepcional, não somente por parte do A330-200, mas em parte que envolve todos os aviões da Airbus, será que é relamente seguro voar num cilindro de metal e estar vulnerável a qulaquer fenômeno que em instantes pode tirar sua vida. Sim, ainda é seguro, mas você deve estar se perguntando. E o acidente recente que ocorreu com o A330-200 da Air France? E é justamnte aí que eu quero chegar.
Será que agora, após o acidente do AF447 em junho de 2009, e logo depois sucessivos incidentes com aeronaves do mesmo modelo – no caso da JetStar, nos EUA – é ainda seguro? Começou então a quebra do tabul de que o A330-200 é um best seller devido a sua eficiência, tecnologia, modernidade, segurança. Não somete o modelo A 330, mas outros modelos que participarm de grnades acidentes como o A320 aqui no Brasil, no ano de 2007 onde 199 pessoas morreram.
Mas lembre-se de que em muitos desastres aéreos o erro foi do piloto, e em poucos casos o responsável mesmo é a aeronave, por isso é sim seguro, mas aposto que muitos vão refletir se é mesmo o modo mais seguro de viajar.
Então viagem tranquilos, ok?

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